
SOU
Sou corrente á deriva num rio sem foz
Sou lágrima caída numa vida ausente
Sou corda de âncora sem noz.
Sou vento que sopra as folhas de Outono
Brisa que suaviza a dor que martiriza
Paisagem sem dono.
Guerreira de velhas batalhas, em lutas desiguais
Promessas compridas ate não puder mais.
Sou corrente á deriva num rio sem foz
Sou lágrima caída numa vida ausente
Sou corda de âncora sem noz.
Sou vento que sopra as folhas de Outono
Brisa que suaviza a dor que martiriza
Paisagem sem dono.
Guerreira de velhas batalhas, em lutas desiguais
Promessas compridas ate não puder mais.
"Sou corrente á deriva num rio sem foz
ResponderEliminarSou lágrima caída numa vida ausente"
Estás perdida no teu sofrimento, procura-te... para te encontrares.
Bjs
Lindo poema introspectivo que exterioriza de forma tão eufemística o mais profundo do ser.
ResponderEliminarCom humor, apenas desejo que continues a ter batalhas, mas que as lutas possam passar a ser entre iguais.
Bjs