domingo, 27 de setembro de 2009

SOU


SOU

Sou corrente á deriva num rio sem foz
Sou lágrima caída numa vida ausente
Sou corda de âncora sem noz.
Sou vento que sopra as folhas de Outono
Brisa que suaviza a dor que martiriza
Paisagem sem dono.
Guerreira de velhas batalhas, em lutas desiguais
Promessas compridas ate não puder mais.

2 comentários:

  1. "Sou corrente á deriva num rio sem foz
    Sou lágrima caída numa vida ausente"

    Estás perdida no teu sofrimento, procura-te... para te encontrares.

    Bjs

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  2. Lindo poema introspectivo que exterioriza de forma tão eufemística o mais profundo do ser.
    Com humor, apenas desejo que continues a ter batalhas, mas que as lutas possam passar a ser entre iguais.
    Bjs

    ResponderEliminar

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