segunda-feira, 25 de agosto de 2008

INCOMPLETO

Todo o turbilhão que revolta o pensamento
Não transpõem a muralha
Nela, não existe falha
Tudo fica lá dentro
É a vontade peregrina
De querer sem saber o quê
Tudo é nostalgia
Nele se finge alegria
Em tudo e nada crê
Sem definições perfeitas
Este ser inacabado
Ás voltas com as revoltas
Sem terminar o que havia começado
A muralha feita de rocha
Com grumos á superfície
Transpõem-se.......
Fere-se....
Chora-se....
Já quase a sangrar
Duma dor vinda do nada
A lágrima cai face abaixo
Sem quebrar a muralha
 

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