na ausência de partilha, nas horas barulhentas, no copo da mão.
Sente se o vazio com ruídos à mistura,
Sente se o risco do venho vinil
A saudade no som mais subtil.
O silêncio, o tal silêncio que acompanha os poetas
O vazio da existência, das vidas mais secretas.
Ao longe uma miragem
A cor bucólica do entardecer
O trinar de uma guitarra
Um silêncio ao amanhecer.
...e contigo poeta sou silêncio
Sou ânsia e nostalgia
Sou vida e solidão
Sou letras e magia.
Silêncio....
Companheiro dos fadistas
Cor dos solitários
Sem comentários:
Enviar um comentário