Que sai do peito e fere a Alma
Sinto uma tristeza que dói
Em dia de sol e tarde calma.
Doi- me, doi- me a dor que não controlo
Doi- me a tristeza que sinto
A dor que não aguento
Sinto a vida num labirinto.
Angústias que são só minhas
Que me ferem calma e lentamente
Esta dor que me sufoca
Não sou parecida com gente.
Inútil, nesta vida finda
Sentimento que não sei controlar
Perco- me sozinha
Nos dias a trabalhar.
A solidão mata
O aconchego não chega
Eu sigo, deixo me ir
De partir não tenho medo.
O sol não nasce
em dias de primavera
É Maio, as estrelas abandonaram- me
Viver é quimera.
Quero descansar
Desta vida longa
Gostava de partilhar
Mas a solidão me assombra.
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