O palpitar do coração
Sinto a imensidão vivida
No canto dos passarinhos o mundo na mão.
Sabe a mel o agridoce do tempero
Sal de um molho proibido
Amoras silvestres num qualquer bardo
Paisagem preferida do próximo trilho.
Sons e cheiros da vida
Cheia de sonhos e recheada
De quem a precisa bem preenchida
De quem a sonha sempre animada.
E é Primavera na Beira
No fim de mundo para tantos
Dei-lhe a minha vida inteira
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