Esta vontade de escrever os parágrafos mais belos de um livro de cor rubra acompanha me, mói-me, tenta-me, mas fico me em páginas brancas de papel reciclando escrito a tinta permanente.
Sabes aquela frase bonita?
Fica só para mim.
Aquele pergaminho, rasguei-o.
Aquele beijo que seria a porta de entrada de uma historia bonita, guardei-o.
Fechei com trancas as letras, guadei num baú chinês as palavras que seriam testemunhas, mas decidi, decidi deixar a cor rubra e singir- me ao nude horrendo.
Decidi....
A vida é feita de decisões, com elas desenrolas as palavras, dás cor ao arco-iris.
A tinta permanente seca, o papel reciclado passou de moda, embora eu aprecie o amarrotado rústico.
Um dia....
Um dia serei a coragem...
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