sábado, 24 de janeiro de 2026
Sinais
Como posso ver sem te sonhar, como posso esquecer sem te ter…?
Perguntas, reticencias, sinais sem sentido neste sentido da vida.
Ouso desobedecer a vontade, vislumbro luz…eu sei que é ofusca e o brilho desapareceu.
Não quero, não pretendo contrariar a razão, porque a verdade diz não
. Sou o ser que não aparece, que não deixa marcas nem vontades, sou noite que não amanhece nem nas tempestades, nem em realidades.
Escondi-me de mim, não quero ver quem sou, porque me envergonho…entristeço…sou o ser que me magoou.
Lágrimas deslizam em desalinho num compasso sem retorno alinhado, marcam páginas do meu pergaminho em ânforas bem guardado.
Como posso ver sem te sonhar, mato o sonho, risco vontades, escrevo silêncios, aceito realidades?
Diz-me tu como faço…Tranco o ar, abro torneiras, fecho a estrada, arranjo fronteiras…sinais...
Apenas sinais num simples e velho vidro, não em belos vitrais.
Transparência límpida de um realidade apenas, um reflexo presente duma saudade persistente e de uma vontade ausente.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Mulher maria
O sol espreita por entre as frestas de um roseiral, raios que brilham em dias de temporal… A ausência de beleza efémera de luze...
-
Chega uma altura da vida e percebemos, Percebemos, que nada é apenas coisa nenhuma, Que o tempo passa, que nada se repete e tudo tem tenden...
-
Liga das nações Portugal acabou de conquistar Em duelo com Espanha Portugal mereceu ganhar Foi um jogo sempre a sofrer Mas era de esperar ...
-
Diz-me, amor, se te pertenço, Conta-me a beleza do teu sonho eleito, Aninha-me em tuas palavras, junto ao teu colo. Arranca-me sus...
Sem comentários:
Enviar um comentário