Idealizo-te…
Fecho
os olhos e penso em ti.
És sonho, és quimera…
Toco nas
nuvens passageiras
Abraço-te em manhas traiçoeiras.
Falo
com o vento, envio-te um suspiro
Que só a química do sonho
transporta.
És esperança já morta dum viver tentador.
Aquela
porta fechada dum inverno sem chuva.
Com lágrimas em
desalinho
Palmilhando o meu caminho,
Idealizo-te…
Como
onda traiçoeira com seu encanto e beleza,
Como uma ave do campo
transportando sua leveza.
Sim…
Talvez a água corrente de
um ribeiro,
Límpida e cristalina
Nela refletida
sinceridade, onde não existe falsidade.
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