domingo, 25 de janeiro de 2026

 



Idealizo-te…
Fecho os olhos e penso em ti.
És sonho, és quimera…
Toco nas nuvens passageiras
Abraço-te em manhas traiçoeiras.


Falo com o vento, envio-te um suspiro
Que só a química do sonho transporta.
És esperança já morta dum viver tentador.
Aquela porta fechada dum inverno sem chuva.
Com lágrimas em desalinho
Palmilhando o meu caminho,


Idealizo-te…


Como onda traiçoeira com seu encanto e beleza,
Como uma ave do campo transportando sua leveza.


Sim…


Talvez a água corrente de um ribeiro,
Límpida e cristalina
Nela refletida sinceridade, onde não existe falsidade.

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