Nas asas de um condor, vagueio por terra desconhecida
Percorro montes e vales, não consigo encontrar saída.
Espreito com sensatez, num sonho desconhecido
Procuro com avidez um paraíso perdido.
Percorrendo o mal e o bem, não há nesga para penetrar
Nesta terra de ninguém, nesta vida que tento espreitar.
Estrelas do horizonte que brilham só para quem as vê
Nuvens que se aproximam, o enigma mantêm-se e a pergunta: porquê?
Se o sol nasce e o dia vem, o destino assim quis
Neste sopro que sustem, esta vida por um triz.
Se me perguntarem, não sei, porque regressam de quando em vez
Aquelas que atormentam, sem autorização…com altivez.
São como cristais que brilham, as minhas pedras preciosas
Lapidadas com perfeição, nas noites mais assombrosas.
Porque é que procuramos fora aquilo que está dentro de nós, que é nosso por direito desde que nascemos? É urgente fechar os ouvidos a todos os sons que nos sussurram de fora e escutar o nosso Ser, o nosso outro eu que habita dentro de nós.
ResponderEliminarUm beijinho,
Maria Emília
Este vaguear é só para os poetas e só eles encontam o significado de cada palavra. Lindo .um beijo Graça
ResponderEliminarOLá Maria, belo poema para uma bela imagem. Parabéns.
ResponderEliminarUma ótima semana para você.
beijos
A felicidade está dentro da gente.
ResponderEliminarSaudações Florestais !
"Se o sol nasce e o dia vem, o destino assim quis
ResponderEliminarNeste sopro que sustem, esta vida por um triz."
Nunca desistas de escrever, nunca desistas de viver e de sonhar.
Bjs
Minha linda Maria que rico é chegar aqui e conhecer teu trabalho coberto de harmonia em frases contadas. Linda literatura ..deixo aqui meu carinho e te seguirei com alegria.
ResponderEliminarTem um premio para ti em meu blog vai buscar vc merece...beijos
As estrelas brilham... mesmo que ninguém as veja.
ResponderEliminar