sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Temporal
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Chove
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Neve
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
" Todos juntos seremos nós "
Janeiro
Bom dia
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
....a companhia
domingo, 25 de janeiro de 2026
Mulher maria
OUTONO
Folhas de outono que caiem lenta e melodiosa-mente belas
lembram-nos, que a estação e de repensar, de deixar para traz muito daquilo que não nos serve.
Outono, tempo de mudanças, de escolhas, de melodias terrestres.
Cores quente, de aconchego, de arte e de poesia.
Lembramos os verdes anos, com a chegada da aurora.
Damos connosco a pensar que a hora certa e hoje.
Hora de desprender, de voar, de partir sem destino com um único objetivo….Viver.
Viver muito, neste outono da vida, no outono do ano.
Mais um dia
Seguem me me os fantasmas de uma vivencia conturbada.
Não me sinto uma boa pessoa.
Ferem me como esfinges de vidro cenários que deviam ser ultrapassadas, magoam me com requinte de malvadez.
Vivo rodeada de gente numa solidão tremenda.
Este lugar onde não sou eu, onde não partilho, me dou ou me entrego e o inferno dos dias de calmarias.
A ansiedade mata cada instante que devia ser feliz.
Destrói me tanta certeza, tanta verdade, que mal sei que existo.
Morro todos os dias com o embalar de uma musica, com a estrela que se apaga em cada madrugada e perco me num sol incandescente num dia de inverno.
Avo PENA
Lembro me do meu avo PENA , homem com postura imponente, com ar impecável, uma marrafa devidamente penteada estilo Elvis.
Calcava tamancos com rasto de madeira e com meias solas para não se estragarem, brochos de pregos tal qual as ferraduras dos cavalos.
Este meu olhar de 3 anos ficou para sempre na minha memoria.
Jarra de barro na mao, dirigia se para a adega, que se situava a uns metros de casa do lado oposto do caminho.
Chamava se adega, porque para alem do lagar de pedra frondosa e respetivo pio, tinha também os túneis de madeira com aros de ferro.
Lembro me tao bem!!!
Era criança e guardei para sempre na memoria este meu avo Pena…
Matou se num dia que ia a tribunal, rixas de pastores. O advogado disse lhe que não era culpado, mas o medo falou mais alto, a coragem que o levou a cometer suicídio abandonou o numa cama.
Eu
ERA UMA VEZ UMA PEQUENA MENINA, que nasceu numa família pobre, conheceu as dificuldades da vida, mas cresceu feliz. Era uma menina da terra, do toque e gostava de acariciar o vento. Era feliz ao ouvir os passarinhos e inventava melodias ao ouvir o som do vento.
A Maria Clara nasceu na aldeia, dormia a soneca na manta de albarda da égua tapada com o chapéu de chuva, que a protegia do calor ou da chuva.
Cresceu habituada as cantorias do pai, ao som da sua armonica, todos os dias a seu lado eram festa. Anedotas, versos de improviso ate duetos chegaram a fazer mais tarde.
Era o seu pai o seu sol, o seu protetor, poderá ate dizer que eram duas almas gémeas. O fácil trato, o riso, a boa disposição e a arte de conquistar pessoas facilmente. GENTE POBRE, MAS GENTE BOA.
O tempo vai passando e a menina do campo vai ganhando vida própria, mas sempre com “ estou aqui”” vai”, sonha, realiza e se, feliz.
Pouca gente tem o privilegio de ter um companheiro no crescimento, mas esta menina do campo teve.
PAI.
Viagem
A solidão mata, corrói as entranhas.
A solidão alimenta os devaneios, mas tempera a morte.
A solidão amplia o desejo sem retorno, numa viagem sem hora marcada.
A solidão embrutece e chama por nome a própria morte
. A solidão.
A solidão rodeada de coisas efémeras dói mais que a própria ausência de sentires
. Sei, a solidão mata, ajuda numa viagem sem retorno e um dia não haverá consolo que ajude, porque hora após hora, dia após dia, noite após noite a solidão mata, mata a vontade de continuar sozinho acompanhado.
A solidão é tão difícil de entender.
A ansiedade toma conta e tudo deixa de fazer sentido.
Estou tão cansada de estar sozinha mesmo rodeada de gente, em conversas em que me sinto excluída. Solidão tomou conta de mim e ninguém percebe.
Desisti....aos poucos sigo numa viagem sem retorno.
Um Anjo
Um Anjo...
Como um ser que se pressupõe habitar no céu...
de grande bondade, pureza e simplicidade !
Um carácter que se distingue entre os outros seres da sua espécie, a sua beleza é delicada...
O seu brilho é imenso...há tantos por aí...a maioria tem asas!
Não sei porquê, andam sempre dois a dois, aos pares...e de mão dada.
Outros não, deixam as asas em casa,
ninguém as vê, não é preciso...não faz falta !
O amor sempre os descobre,
ou os imagina...também os transforma...
E tudo aquilo que não tem asas passa a ter,
Se não voa passa a voar...
Hoje vesti me de branco,
queria muito parecer um Anjo...
queria voar...tive pena das minhas asas....
Deixei-as na Lua e não as posso ir buscar...
Dor
Esta dor que vem não sei de onde, que me alerta para qualquer prenuncio mau, sufoca me.
Quero tanto sentir paz, saborear a vida que consegui, mas algo me condiciona…. Mata me aos poucos.
Entre tachos e panelas tento abstrair me, mas engole me viva.
Dói… dói no peito, aperta antes que chegue a garganta.
Quero libertar me e não sei como. Quero paz , dormir ao som dos silêncios da noite, do cantar dos grilos. Quero paz……
Mudanças
Viraste amarga, és feita de fel, o teu tempero evaporou se num qualquer lume brando na encosta da serra.
O azedume transborda e o rotulo já te identifica como improprio dos seres.
És a melhor parte de ti que ninguém entende…. És sede da fonte da vida, a corrente cristalina da agua que cozinha em lume brando.
Que fizeram de ti?
Viraste amarga , um ser intragável.
momentos
Sinto me enlouquecer. Devagar , devagarinho sinto a minha sanidade mental deteriorada. Dói me respirar, abafa me o peito a angustia que me consome.
Espero que me digam “ esta tudo bem”, mas essas palavras não veem, Tao pouco desconfiam que as preciso ouvir. Preciso sentir que não estou só neste mundo, neste sentir.
Dói me respirar, dói me ser assim fraca, bipolar e insuficiente...Tao insuficiente para todos.
Dói me e vou morrer com dor por sentir que sofro e faço sofrer.
Pai
Moro alem no meu casebre
onde há cheiro a rosmaninho
onde nasceram meus pais
e os rouxinóis fazem ninho
Bipolar
BIPOLAR:
Um destes dias visitei um blogue amigo, deparei-me com a duvida da
sua autora. Tem-se andado a sentir esquisita e como viu uma
reportagem sobre a bipolar ficou apreensiva. Aqui deixo o meu
testemunho.
Com
………anos e fazendo uma retrospetiva de toda a minha existência,
há pontos, mais sensíveis uns que outros. Lembro-me por exemplo da
luta que diariamente travo com uma espécie de doença que tem por
nome bipolar. É difícil falar dela, porque a luta é mesmo essa
tentar esquece-la. Tempos ouve que dependia de uso de medicação,
porque juntando a uma depressão, os sintomas são mesmo estúpidos.
Hoje, graças a Deus, aprendi a lidar com os sintomas e eu própria
já me conheço. Para quem nunca ouviu falar da bipolar muito
resumidamente é o seguinte: O doente tem sensações extremas, uma
euforia extrema, tem medos extremos, por vezes não existe controlo.
Há casos que levam ao suicídio. Não costumo falar disto, mas
desconfio que o meu avô paterno se suicidou porque também era
bipolar. Tudo me leva a crer isso. Analisei juntamente com o meu
neurologista toda a situação. Todo medo duma situação dita normal
se transforma numa coisa horrível, até insuportável. O meu avô no
dia do seu suicídio era arguido num processo de tribunal, tudo
levava a crer que ele era inocente e que seria ilibado, mas não
conseguiu aguentar a pressão, matou-se esse mesmo dia de
manha.
Ainda
tenho a imagem dele deitado em cima da cama depois de ter tomado
veneno das batatas. Naquele tempo não havia como diagnosticar, nem a
medicação adequada para aliviar as crises.
Digo
crises, porque quando se fica de tal forma deprimido só se esta bem
isolado, deitado e em silencio. Parece fobia social mas não é.
Há
alturas em que todos os problemas são simplificados de tal forma que
a felicidade é tanta que parece irreal, e é porque isso que é
muito natural em quem tem essa doença.
Há
uns anos para cá tentei informar-me para me puder libertar dos
químicos, hoje posso dizer que consegui, tomo só de vez em quando
um comprimido rosa quando noto que vou precisar e ainda não estou em
crise.
O
primeiro passo é o conhecimento da doença, dos sintomas e de nós
próprios e aí consegue-se ter uma vida normal. Eu costumo dizer que
toda esta genica que eu tenho e que só quando paro respiro, me vem
da doença. Tal como os momentos de nostalgia que eu transformo em
poemas tristes também são uma faceta dela.
Só
para rematar este capítulo da vida real, eu, também já tentei o
….., mas acredito que não o voltarei a fazer, pois tenho bases
sólidas que me ajudam a manter a sanidade mental limpa. Os meus
filhos que são o valor mais precioso para mim.
Também
já tive momentos de verdadeira loucura que nos parece a nós, que
estamos num momento de embriagues, que passamos por tudo, em todo o
lado, sem fazermos um único risco na nossa vida. Descobri que a
escrita me ajuda, que muita coisa me ajuda, mas a verdadeira ajuda
tem de partir de mim e só de mim.
…
Neve
Que bonito acordar…
Ver os flocos da neve Felizes a bailar.
A brancura sem igual,
O cheiro da natureza,
A neve cai no jardim
É o encanto da beleza.
São momentos sem igual,
Vividos simplesmente,
Cada um, como nunca mais,
Mais uma entre tanta gente.
O aroma silvestre, que paira no ar ,
Só consegue sentir, quem souber respirar.
Ser Beirão é entender:
O cantar dos passarinhos,
O som da tempestade,
O termos tempo para estarmos sozinhos.
Com os flocos a cair, lentamente e sem pressão,
Revemos as imagens, que nos fazem bem ao coração.
Gélida a tempestade, convida ao aconchego,
Um sonho, um abraço, uma canção.
So
…… Se as estrelas falassem comigo nesta noite de luar
Eu contaria as minhas histórias e saberia que sozinha não estava a falar.
Falava das noites insanas que por mim passaram,
Dos dias longos e rotineiros, das frases que nunca me escutaram,
Elas tão belas e cintilantes, agrupadas ou em desalinho
Não param para escutar um ser tão sozinho.
Como a noite já vai longa, neste inverno frio,
Continuo sem companhia para falar, mas nem por isso sinto um vazio.
Eu gosto de estar comigo, com tempo para pensar,
Em tudo que devo á vida e para continuar a sonhar.
Nesta vida confortável, neste mundo que nem é tão ruim
Não temos tempo de ter tempo, pensamos sempre no fim….
Quadras
Quando se chega aqui
E vejo tamanha beleza
Fico
deliciada
Com a harmonia e delicadeza
E porque o
encanto é maior
Sempre na despedida
Eu despeço-me com
frequência
Mas regresso sempre de fugida
Mas, mesmo
a correr eu descubro
O chamamento que embala a alma
Nas
rimas dos poemas
Ou nas notas desta música calma
Quimeras
Como os Lírios plantados no jardim
Que voltam sempre na
Primavera
A mocidade foi...
O passado é a Quimera
lá longe...
Tão longe...
Revivo cada dia
Cada
encontro não Tido
E os Lírios voltam sempre na Primavera
A
vida passa
O sonho esvai-se
São cores...
São
pétalas...
Roxas, Amarelas
Umas caiem, outras
sobrevivem
Como os lírios plantados no jardim
Que voltam
sempre na Primavera..
Filhos, o melhor da vida
Ainda que não tivesse recebido um livro,
Um alfinete feito na escola,
Uma rosa do jardim,
Este seria um dia importante para mim.
Saí cedo, fui dar sangue.
Regressei e encontrei á minha espera,
Quatro braços abertos,
Para me recordar o dia que era.
"Mãe…é o teu dia, mas não só hoje,
Pois para nós são todos os dias dia da mãe.
Sabemos que gostas de ler,
És vaidosa
E não esquecemos a tua rosa"
Fiquei sem palavras,
Com os olhos a brilhar,
São estes momentos
Que nos ensinam a caminhar.
Sorri
Ao escrever um poema
Articulando palavras
São aros de
aliança
Para o Poeta, estradas.
Sonha, mesmo
acordado,
Alcança...
Sem ninguém ver,
Sorri…
Mesmo
a sofrer.
Estranho sentir
Sobre a luz das estrelas
E o som do vento
O canto da tua
voz embala-me
Desloco o pensamento
E numa caminhada longa
O
aroma silvestre povoa o meu peito
Rejubila todo o meu
pensamento
E lá longe a dor afasta-se
A angustia
esbate-se
E a calma toma conta de mim
A ti... asa do meu
sonho
Nota do meu toque.
Sobre a luz das estrelas
A
musica passa
E eu tão quieta
Idealizo te
Idealizo-te…
Fecho
os olhos e penso em ti.
És sonho, és quimera…
Toco nas
nuvens passageiras
Abraço-te em manhas traiçoeiras.
Falo
com o vento, envio-te um suspiro
Que só a química do sonho
transporta.
És esperança já morta dum viver tentador.
Aquela
porta fechada dum inverno sem chuva.
Com lágrimas em
desalinho
Palmilhando o meu caminho,
Idealizo-te…
Como
onda traiçoeira com seu encanto e beleza,
Como uma ave do campo
transportando sua leveza.
Sim…
Talvez a água corrente de
um ribeiro,
Límpida e cristalina
Nela refletida
sinceridade, onde não existe falsidade.
Caricias
No
toque de uma carícia
No sabor ardente de um beijo
Água
que percorre o corpo
Por entre os seios, o desejo.
Terno,
ardente ou sem controle
Mãos que sabem o caminho
Nota de
música conhecida
Cabelos em desalinho
.
Pétala de rosa
caída
Testemunha de lânguidos abraços
A vela acesa é
chama
Que incendeia velhos traços.
Pergaminhos já
lidos
Guardados na memória
Cada linha, cada gesto
Cada
sabor para sua história.
Velhos livros
Hoje procurei
Apenas senti
saudades
Das pétalas que encontrei
Rosas desfolhadas
Todas uma a uma
Uma eras tu
Cheirava como
nenhuma
Tinha sabor a sal
Tempero de ternura
Amor...
Muita
saudade
Tinha história escrita
Com várias linhas por
preencher
Era um romance lindo
Tudo antes de morrer
Hoje
escrevo as linhas tais
Que ficaram incompletas
Sei onde
vais
Para mim ficam as secretas
Vida
aonde se cruzam cenas e
cenários
Tudo coaduna na perfeição
artista sorri,
cumpre o seu papel
Responsável pela fiel tradição.
Jogos
de certo e saber
Ritmos lentos e rápidos
Coisas difíceis
de entender
Perguntam os porquês, até os mais sábios.
Todos
os finais de dia
O pano cai, o artista fica só e em silencio
No
camarim rodeado de todo o seu passado
Remexe no cenário já
guardado
.
A lágrima cai…
A saudade espreita…
O
tango que passa por uma vida já feita.
Chora perdidamente, pois
as lágrimas limpam a alma
Mesmo sem saber a vida passa a correr .
O roteiro não se altera
Madrugadas de inverno em plena Primavera.
- Abre gavetas, limpa os retratos
- Arruma o guarda-roupa
- Alinha os sapatos.
- A vida passa…o artista passa…
- A lágrima cai e o sonho vai.
- Nesta peça que é a vida
- Há a lembrança comprometida.
Eu
sábado, 24 de janeiro de 2026
Sorrisos da alma
Hoje olhei me ao espelho
reparei que não me reconheço
não por ter esquecido de mim
mas, porque mudei
mudei, não só fisicamente com as rugas a vista
mas sobretudo a minha forma de pensar
caramba...sinto me crescida aos 59 anos
não veja, crescida.
vivi a minha criancice entre serras e barrocos
entre animais e campo.
Sabem, os aos 59 anos
voltava a domar aquelas potras que o meu pai comprava e eu
habilidosamente domava.
Criava liga coes com elas para a vida.
mas o tempo corre e a menina de outrora virou mulher.
perdeu muito, mas ganhou mais
os sonhos nunca morrem e a vontade de saber mais tomou conta de mim.
Olho o espelho e mal me reconheço
Neve
Dizem meus olhos, Que bonito acordar…
Ver os flocos da neve Felizes a bailar.
A brancura sem igual,
O cheiro da natureza,
A neve cai no jardim
É o encanto da beleza.
São momentos sem igual,
Vividos simplesmente,
Cada um, como nunca mais,
Mais uma entre tanta gente.
O aroma silvestre, que paira no ar ,
Só consegue sentir, quem souber respirar.
Ser Beirão é entender:
O cantar dos passarinhos,
O som da tempestade,
O termos tempo para estarmos sozinhos.
Com os flocos a cair, lentamente e sem pressão,
Revemos as imagens, que nos fazem bem ao coração
. Gélida a tempestade, convida ao aconchego,
Um sonho, um abraço, uma canção. ……………………………………………………………………
Roseira Brava
TARDE...TÃO TARDE.
Quando cheguei finalmente, e te encontrei
Numa noite fria com um mágico luar
Ouvi o som da tua voz, sem te conhecer
Num silêncio que embala o verbo escutar.
Encontrei-te, finalmente!
Magia de encantar!
Percebi num minuto, o que iria acontecer:
Sobre a lua que ilumina
As estrelas apadrinham, este belo envolver!
Beijei os astros…
Que loucura
Numa procura em vão, velhos tormentos,
Pés descalços, olhos vendados
Em ramos de rosas, Sentimentos!
E há dezenas de anos eu era jovem!
E em desespero pergunto ainda
: Se eu fiz tudo para te encontrar Porquê só agora, nesta vida finda?
Tarde…tão tarde!.
Finalmente encontrei-te…
Então choro amargamente, esta lágrima envolvente
Por não te ter encontrado…
velho castigo
E nesta busca teres estado sempre presente.
Inútil…
Alegria feita de tormentos
São como flores lançadas ao vento…
E a vida é uma busca…tortura
Para os poetas um alento ou sofrimento.
Diz me
Apenas eu
Perfeito inverso
Triste
Velho
Mulher
Utopia
Sinais
Sonhos
Sonho
Selvagem
Mar e ar
A água envolve-te os braços,
beija-te o sol brilhante, são vontades limitadas apenas por um instante.
O mar que te envolve, é sal que te tempera
é magia que enlouquece,
um desejo que impera.
Utopias ou talvez não, que envolvem a fotografia
,partilhas em contra mão de uma luz que irradia.
A brancura do sal aconchega a magia predileta,
tempera as ilusões, as rimas do poeta.
Selvagem,
ou talvez não,
o sonho que enlouquece,
magia ou ilusão,
a vontade prevalece
Ausencia
Em silencio
Tao eu
Amizades
Loucos
Sonha
Porque Sonhar é Preciso ...
Despida de preconceitos na limpidez dos sonhos
, procuras a magia no espelho da realidade.
Tristemente encurralada na limitação que não te permite exprimir, adormeces
. Voltas ao sonho profundo, onde a magia acontece e rasgas horizontes.
Perdes-te algures numa montanha perfeita
. Descobres a nascente de água límpida e transparente, procuras felicidade nos traços de um rosto já cansado, mas belo
. O vento balança teus cabelos, entoa um som melodioso, rasga fronteiras com o aroma a jasmim.
A garça que passa, transmite liberdade, inspira-te e és feliz.
Sonha-te selvagem….
Várias vida
Uma pessoa, várias vidas...
Uma combinação de sentires, de olhares, de sabores, de palavras e de silêncios….
Sorriam e apreciem as pequenas coisas que o mundo vos oferece,
vivam cada momento,
acreditem e apaixonem-se pela Vida pois ela acaba sempre por retribuir com um sorriso, mesmo que parecendo atrasada no tempo..
.Enquanto se espera ou se procura, ninguém está a salvo de se magoar mas é esse intervalo que nos ensina tudo aquilo que já sabemos ou iremos aprender...
Haverá momentos em que só pensamos em desistir por isso lutem pelo que desejam como se tudo dependesse disso e nunca esperem para dizer que gostam quando gostam, amanhã é tarde demais..
.Façam-se ouvir mas em troca ouçam também, e saboreiem tanto as palavras como o silêncio...
Amem e não se esqueçam dessa sensação…
Eu, vista por outra pessoa
Maria Clara Falacho Pena Correia. Nasceu em novembro, já o frio espreitava, Filha de Luísa e de José, gente que na terra lutava. Maria Cl...
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Maria Clara Falacho Pena Correia. Nasceu em novembro, já o frio espreitava, Filha de Luísa e de José, gente que na terra lutava. Maria Cl...
-
Chega uma altura da vida e percebemos, Percebemos, que nada é apenas coisa nenhuma, Que o tempo passa, que nada se repete e tudo tem tenden...
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Liga das nações Portugal acabou de conquistar Em duelo com Espanha Portugal mereceu ganhar Foi um jogo sempre a sofrer Mas era de esperar ...






