domingo, 25 de janeiro de 2026




Seguem me me os fantasmas de uma vivencia conturbada.

Não me sinto uma boa pessoa.

Ferem me como esfinges de vidro cenários que deviam ser ultrapassadas, magoam me com requinte de malvadez.

Vivo rodeada de gente numa solidão tremenda.

Este lugar onde não sou eu, onde não partilho, me dou ou me entrego e o inferno dos dias de calmarias.

A ansiedade mata cada instante que devia ser feliz.

Destrói me tanta certeza, tanta verdade, que mal sei que existo.

Morro todos os dias com o embalar de uma musica, com a estrela que se apaga em cada madrugada e perco me num sol incandescente num dia de inverno.


Sem comentários:

Enviar um comentário