As pedras choram, vertem lágrimas,
Assolam o País os temporais
o mundo está um caos.
Descontente o universo alerta.
Não estamos no caminho correto
A nossa hora está certa.
Dilúvio, tufões e tremores de terra
Neve, chuva e vendavais
Tudo está presente, tudo são sinais.
A fragilidade humana é posta a prova
Mas há sempre alguns que ousam desafiar
A força da natureza e com ela brincar.
Somos tão nada
Somos tão coisa nenhuma
Somos beira de estrada
Qual raiz de corcuma.
A angustia e dor consome nos
Somos impotentes com o acontecido
Não há quem não tenha
Nesta tempestade um amigo.
A preocupação mantém se
O mau tempo vai continuar
Sabe Deus o que pode acontecer
Só descansare mos quando terminar .
As pedras choram
Transbordam de angústia gritante
Temos tanto nesta vida
Que podemos perder num instante.
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