O Céu chora
Desfaz se em lágrimas cristalinas
A intensidade é tanta que nos deixa apreensivos
Lembramos os perigos.
Repensamos a vida, tantas vezes sofrida
E percebemos que somos mortais
Que nada podemos fazer contra a naturesa
Que tantas vezes nos apanha de surpresa.
Hoje a chuva cai
Parece um remoinho
A bravura sobressai
Na enchente do caminho.
Não deixa margem para dúvidas
Os terrenos alagados
O temporal é feio
Os corações estão desassussegados.
Janeiro está a terminar
Já nos brindou com um pouco de tudo
Fevereiro vem a passos largos
Com ele trás o entrudo.
Menos dias para versos
Esperemos que o sol espreite
Com ele chegue o cuco
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