domingo, 25 de janeiro de 2026

Eu

 

ERA UMA VEZ UMA PEQUENA MENINA, que nasceu numa família pobre, conheceu as dificuldades da vida, mas cresceu feliz. Era uma menina da terra, do toque e gostava de acariciar o vento. Era feliz ao ouvir os passarinhos e inventava melodias ao ouvir o som do vento.

A Maria Clara nasceu na aldeia, dormia a soneca na manta de albarda da égua tapada com o chapéu de chuva, que a protegia do calor ou da chuva.

Cresceu habituada as cantorias do pai, ao som da sua armonica, todos os dias a seu lado eram festa. Anedotas, versos de improviso ate duetos chegaram a fazer mais tarde.

Era o seu pai o seu sol, o seu protetor, poderá ate dizer que eram duas almas gémeas. O fácil trato, o riso, a boa disposição e a arte de conquistar pessoas facilmente. GENTE POBRE, MAS GENTE BOA.

O tempo vai passando e a menina do campo vai ganhando vida própria, mas sempre com “ estou aqui”” vai”, sonha, realiza e se, feliz.

Pouca gente tem o privilegio de ter um companheiro no crescimento, mas esta menina do campo teve.

PAI.


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Temporal

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