sexta-feira, 17 de outubro de 2008
MAIS UM DIA
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
UMA VIAGEM VERDADEIRA
Dói-me a cabeça...
Não sei se da paisagem que passa por mim como um sopro de vento,
Ou do recobro de uma emoção.
As horas vão passando, mas o ponteiro do relógio teima em ser lento.
quilómetros e quilómetros....
Vozes insuportáveis que teimam em não se calar.
Mais uma vez o telefone toca, gente amiga, sempre presente.
As lágrimas caiem, por não puder fazer mais,
É a vontade de querer trocar de lugar para não ver sofrer...
Eu sei que não posso...
E a dor de cabeça mantém-se.
É o corre corre, o tentar estar em todo o lado sem desiludir desta vez.
Reconheço falhas, não enquadro no protótipo de perfeição.
Mas esforço-me....
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
O MEU MUNDO
Um dia deixo-te entrar,
Quero que conheças o meu mundo,
Não é perfeito eu sei...
Mas é meu...
Aqui consigo chorar,
As minhas lágrimas encontram caminho,
E eu encontro nas manhas de nevoeiro
Um percurso mais orientador.
Percorro e delicio-me com as paisagens mais belas,
Porque aqui o por do sol tem mais encanto,
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
domingo, 5 de outubro de 2008
SILENCIO
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Medo
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
Lágrima
Uma lágrima cai,
De dor talvez
Não sei o porque
Mas não sou feliz
A mágoa é imensa
Faz doer todo o corpo
Os olhos ficam molhados
Sinto o corpo morto
Mereço talvez…
Esta insatisfação
Este não me querer bem
Esta falta de ilusão
A ausência é constante
Não sei como afasta-la
Queria preencher o vazio
Não passar a vida a chora-la
-Vida ensina-me…
Diz-me o que fazer…
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Vivi
Com esta idade, cheguei até aqui,
Onde
Corri, saltei, brinquei e cresci.
Aprendi o simples,
Trepei o banal.
Sorri com a vida
Chorei afinal.
Choveu, fez sol.
Uns dias corri,
Noutros imitei o caracol.
Olho para traz,
Vejo muito preto e branco,
Dias tristes
Outros com muito encanto.
Lutei, sofri e venci
Dia a dia, mês a mês,
De pouco me arrependo
Muito faria outra vez.
Ouvi historias,
Umas boas outras más,
Com algumas vou vivendo,
Com outras não sou capaz.
Guardo sempre esta saudade
Das viagens ao passado,
Com sol, com chuva
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
PORTO DE ABRIGO
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
QUADRAS
HOJE CHOVE TORRENCIAL MENTE
MAS, MESMO ASSIM ESTOU FELIZ
COM A CHUVA VEM A NOSTALGIA
E PENSO...
TUDO NA VIDA É POR UM TRIZ
CONSEGUIMOS AGARRAR
ALEGRIAS, TRISTEZAS,EM FIM....
MAS É TUDO PARA VALORIZAR
A VIDA É MESMO ASSIM
DE DESESPERO,DIAS HÁ CONCERTEZA
ALEGRIAS VÊM PARA COMPENSAR
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
EMIGRANTE
Triste do pobre que fica
Em casa só a sonhar
Sem ondas por transpor
Sem caminhos por desbravar
Contente o sonhador
Partiu....velho senhor
Sem pensar na morte ou desventura
Porque o sonho é eterno vive enquanto dura
Em sonhos que são de Deus
Partiu....serão só seus
Louco.... sim talvez
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
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