É Agosto, mês dos emigrantes
Dias desconcertantes
Angústia que em mim sufoca.
Sempre gente ao redor
A paciência posta à prova
A vida contínua
Com gente velha e gente nova.
Ouço o ladrar do cão
Companhia sempre presente
Ouço o tic tac da Angústia
Que provoca em mim desassossego.
Os dias já são mais curtos
Anunciam para breve a brisa fria
Com eles a realidade
Dos tormentos do dia a dia.
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