quinta-feira, 30 de julho de 2009
Parabens filho lindo....Esta rosa é para ti.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Silêncio
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
DESCULPA!!!!

Paixão!
O que é?
Pode ser um arrepio na pele,
Uma noite mal dormida,
Um desejo de sentir, o sabor de uma bebida.
Um projeto que se inicia
A vontade de o fazer, a motivação do querer.
A luta para vencer.
Paixão!
Uma flor do canteiro
Ou a estrela do céu
Uma gota de chuva na brancura de um véu.
Um momento apenas…
Tão breve e tão intenso
Como a noite que chega no final do dia.
Uma resposta em suspenso.
Paixão!
Caminho para a vida,
Vontade de continuar
Remando contra as marés
Sem nunca desanimar.
Brisa leve ou vento forte,
Dia de sol ou temporal
Onda que se acalma
Roseira do roseiral.
Paixão!
És tu timidez, rosto triste insatisfeito,
Procura constante, encosto no peito.
Seres sem saberes, vontade e desejo
Apenas imaginação…dum toque, dum beijo.
O que é?
Pode ser um arrepio na pele,
Uma noite mal dormida,
Um desejo de sentir, o sabor de uma bebida.
Um projeto que se inicia
A vontade de o fazer, a motivação do querer.
A luta para vencer.
Paixão!
Uma flor do canteiro
Ou a estrela do céu
Uma gota de chuva na brancura de um véu.
Um momento apenas…
Tão breve e tão intenso
Como a noite que chega no final do dia.
Uma resposta em suspenso.
Paixão!
Caminho para a vida,
Vontade de continuar
Remando contra as marés
Sem nunca desanimar.
Brisa leve ou vento forte,
Dia de sol ou temporal
Onda que se acalma
Roseira do roseiral.
Paixão!
És tu timidez, rosto triste insatisfeito,
Procura constante, encosto no peito.
Seres sem saberes, vontade e desejo
Apenas imaginação…dum toque, dum beijo.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
MAGIA

Depois da voz que embalou os pensamentos,
Do som da chuva que batia levemente,
A imaginação corria como que por magia
Dizendo coisas que ninguém entende!
Como diamante que a alma alumia
Em caminho escuro, velha correria!
Mesmo longe… distante…
Quimera ou fantasia.
Um sonho de pecados, segredos guardados.
Esta paixão estranha, que a alma entranha,
É bailado de pura fantasia
Em lânguidas noites, ou madrugada fria.
Sinto perfume, ou o cheiro da terra molhada,
Cai a noite sobre as hastes do jasmim
Loucura, ou necessidade
De flores no meu jardim
Do som da chuva que batia levemente,
A imaginação corria como que por magia
Dizendo coisas que ninguém entende!
Como diamante que a alma alumia
Em caminho escuro, velha correria!
Mesmo longe… distante…
Quimera ou fantasia.
Um sonho de pecados, segredos guardados.
Esta paixão estranha, que a alma entranha,
É bailado de pura fantasia
Em lânguidas noites, ou madrugada fria.
Sinto perfume, ou o cheiro da terra molhada,
Cai a noite sobre as hastes do jasmim
Loucura, ou necessidade
De flores no meu jardim
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Lembranças
Velhos livrosHoje procurei
Apenas senti saudades
Das pétalas que encontrei
Rosas desfolhadas
Todas uma a uma
Uma eras tu
Cheirava como nenhuma
Tinha sabor a sal
Tempero de ternura
Amor...
Muita saudade
Tinha história escrita
Com várias linhas por preencher
Era um romance lindo
Tudo antes de morrer
Hoje escrevo as linhas tais
Que ficaram incompletas
Sei onde vais
Para mim ficam as secretas
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
"DOR"

"""A minha dor é um convento ideal
Cheio de claustros, sombras,arcarias,
Aonde a pedra em convulsões sombrias
Tem linhas dum requinte escultural.
Neste triste convento aonde eu moro,
Noites e dias rezo e grito e choro,
E ninguém ouve...ninguém vê...ninguém..."""
FLORBELA ESPANCA
------------------ -------------------
Hoje, estou tão triste, que não consigo escrever nada.
Sinto-me revoltada, chateada .
Este poema descreve o meu estado.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Paixão

No toque de uma carícia
No sabor ardente de um beijo
Água que percorre o corpo
Por entre os seios, o desejo.
Terno, ardente ou sem controle
Mãos que sabem o caminho
Nota de música conhecida
Cabelos em desalinho.
Pétala de rosa caída
Testemunha de lânguidos abraços
A vela acesa é chama
Que incendeia velhos traços.
Pergaminhos já lidos
Guardados na memória
Cada linha, cada gesto
Cada sabor para sua história.
No sabor ardente de um beijo
Água que percorre o corpo
Por entre os seios, o desejo.
Terno, ardente ou sem controle
Mãos que sabem o caminho
Nota de música conhecida
Cabelos em desalinho.
Pétala de rosa caída
Testemunha de lânguidos abraços
A vela acesa é chama
Que incendeia velhos traços.
Pergaminhos já lidos
Guardados na memória
Cada linha, cada gesto
Cada sabor para sua história.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Idealizo-te

Idealizo-te…
Fecho os olhos e penso em ti.
És sonho, és quimera…
Toco nas nuvens passageiras
Abraço-te em manhas traiçoeiras.
Falo com o vento, envio-te um suspiro
Que só a química do sonho transporta.
És esperança já morta dum viver tentador.
Aquela porta fechada dum inverno sem chuva.
Com lágrimas em desalinho
Palmilhando o meu caminho,
Idealizo-te…
Como onda traiçoeira com seu encanto e beleza,
Como uma ave do campo transportando sua leveza.
Sim…
Talvez a água corrente de um ribeiro,
Límpida e cristalina
Nela refletida sinceridade, onde não existe falsidade.
Fecho os olhos e penso em ti.
És sonho, és quimera…
Toco nas nuvens passageiras
Abraço-te em manhas traiçoeiras.
Falo com o vento, envio-te um suspiro
Que só a química do sonho transporta.
És esperança já morta dum viver tentador.
Aquela porta fechada dum inverno sem chuva.
Com lágrimas em desalinho
Palmilhando o meu caminho,
Idealizo-te…
Como onda traiçoeira com seu encanto e beleza,
Como uma ave do campo transportando sua leveza.
Sim…
Talvez a água corrente de um ribeiro,
Límpida e cristalina
Nela refletida sinceridade, onde não existe falsidade.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
DOR
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
3000 visitas
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
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..essa menina
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Maria Clara Falacho Pena Correia. Nasceu em novembro, já o frio espreitava, Filha de Luísa e de José, gente que na terra lutava. Maria Cl...
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