São rosas Senhor
Que guardo na algibeira
São galhos, funiscas
Para acender a fogueira.
Guardo-as...
São só minhas
Com as chama delas
Vejo as estrelinhas.
Guardo o cheiro das vermelhas
Alimentam a paixão
Cultivo a pureza das brancas
Alimento a ilusão.
Todas juntas fazem um ramo
Depois um molho seco e perfumado
Quando eu morrer elas ficam
Falam de mim ao meu amado.
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