terça-feira, 13 de outubro de 2026

O nosso Rio

O Tejo, o Mondego ou o Douro não são mais bonitos que o nosso Massieime 
Podem ser grandes, poder ser ricos
Mas não têm a riqueza do nosso sentir
Não foram olhos e lágrimas do nosso evoluir.
O Rio da nossa aldeia deu de comer ao pobre
De beber a rebanhos sequiosos
Foi leito de aventuras 
De jovens belos e formosos.
É pequenino o Rio
Mas grande nas nossas memórias 
É rico de vivências 
Conta muitas histórias. 
Fez moer moinhos
Do azeite ao cereal
Alimentava peixinhos
Enchia a cada temporal.
Tem uma ponte Romana o nosso Rio
Está velha e em ruínas, é pesaroso
É a fronteira de dois concelhos 
Pinhel e Trancoso.
Por ela atravessaram peregrinos
Iam a caminho de Santiago 
Hoje perdeu se o trilho
Em dia de chuva ou ensolarado.
O nosso Rio é lindo
Mais bonito que outro qualquer
Só temos que o valorizar
Só não acontece porque o homem não quer.

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O Tejo, o Mondego ou o Douro não são mais bonitos que o nosso Massieime  Podem ser grandes, poder ser ricos Mas não têm a riqueza do noss...