domingo, 31 de janeiro de 2021
Sangre Ibérico - Meu Fado Meu
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
sábado, 30 de janeiro de 2021
vivam
0 meu estado?
É de reflexão, vou dar um tempo nas guerras políticas e sociais. Vou dar um tempo no vazio das ideias dos outros. Vou dar um tempo à vida e ao sol, à lua e à chuva e no Silêncio da noite encontrar me e voltar a ser eu na essência de quem quer apenas viver.
Aqui, comigo e só comigo serei mais eu.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Outono
E quando chega o Outono, depois de tantos Outonos, percebemos que temos que começar a arrumar gavetas. É uma tarefa difícil, mas necessária, é misturar o agridoce com sal e juntar a pimenta no papel envelhecido e amarelado.
É altura de riscar vírgulas em parágrafos longos e somar antes de subtrair.
Arrumar gavetas num Outono de tantos e seguir numa linha com interrogações e esperar pelas esclamacoes.
As folhas caiem, os zumbidos do vento são velhas melodias sem notas falsas, e a dança das palavras volta numa gaveta desarrumada.
É Outono, altura de arrumar gavetas....
Maria Clara.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
morrer
Porque nos sentimos morrer?
Porque morremos todos os dias, sempre que um sonho morre, uma ideia desfalece, ou a utopia deixou de o ser e nos transporta para uma realidade irónica....
Porque nos sentimos morrer, mesmo a sorrir?
Porque o encenador tem sempre a ultima palavra e no palco não se chora se o texto é de felicidade, porque a plateia tem que viver a peça não o sentimento do artista, porque.....os artistas têm sentimentos mesmo momentâneos e passageiros.....
Precisam ser felizes sempre que o pano cai, nunca para se despedir da plateia, mas para interiorizar o seu eu e na cumplicidade de um anjo voar....
Quando isso não acontece, sentimos-nos morrer....simplesmente!!!!
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
A"riscar
Uma opção não é uma limitação, é o exercício da liberdade. No entanto, as pessoas têm medo da liberdade, porque a liberdade é um risco, e nem todos gostam de arriscar, pois perder é uma das possibilidades. Porém, quem quer ganhar tem necessariamente de arriscar, e, às vezes, perder. Mas, no final, ganha sempre.
Nesse contexto, arriscar poderá ser (é-o tantas vezes) um exercício de liberdade, um desafio claro às amarras em que tantas vezes estamos presos, abrindo caminho ao crescimento interior. Porque há momentos na vida em que arriscar significado ganhar, mesmo perdendo.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Tempo
Há sempre um tempo, uma história, uma partilha. Quando tudo nos parece um dejavu tão intenço é sinal que aprendemos com a vida, e que tão sabias lições nos tornam serenos e atenciosos.
Estejamos atentos a nós, aos nossos e à nossa história, porque o destino se encarregará do resto.
👠💋💖
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
medos
Depois de uma noite mal dormida, resolvi iniciar o meu propósito. Quero tanto conseguir, quero tanto matar este medo e esta dor...
Preciso força, só peço força.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
Riscos?..
Riscos, liberdade e crescimento
Por vezes, temos que arriscar perder....
Uma opção não é uma limitação, é o exercício da liberdade. No entanto, as pessoas têm medo da liberdade, porque a liberdade é um risco, e nem todos gostam de arriscar, pois perder é uma das possibilidades. Porém, quem quer ganhar tem necessariamente que arriscar, e, às vezes, perder. Mas, no final, ganha sempre.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
terça-feira, 19 de janeiro de 2021
....
.....e vamos morrendo com sorrisos e sonhos, e vamos morrendo..... e o tempo diz que tem que ser.....e esta que devia ser perfeita esvai-se, por que a tal espreita, e um dia deixamos-nos ir.......
Eu vou certamente, porque o fôlego começa a escavar, a caminho é turbulento e eu quero paz... aquela paz que aqui e alí desaparece, mas que num horizonte longínquo é utopia...
Porra para as miragens....
Tentem, tentem mesmo ser felizes enquanto poderem, porque um dia é tarde.
....
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
morrer...
Porque nos sentimos morrer?
Porque morremos todos os dias, sempre que um sonho morre, uma ideia desfalece, ou a utopia deixou de o ser e nos transporta para uma realidade irónica....
Porque nos sentimos morrer, mesmo a sorrir?
Porque o encenador tem sempre a ultima palavra e no palco não se chora se o texto é de felicidade, porque a plateia tem que viver a peça não o sentimento do artista, porque.....os artistas têm sentimentos mesmo momentâneos e passageiros.....
Precisam ser felizes sempre que o pano cai, nunca para se despedir da plateia, mas para interiorizar o seu eu e na cumplicidade de um anjo voar....
Quando isso não acontece, sentimos-nos morrer....simplesmente!!!!
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
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