A angústia que me mata
A dor que me provaca
O amor que não sei amar.
Trago mágoas que inventei
Virgens que não fiz
Sonhos que não sonhei
Tornei me num ser infeliz.
Cruzei montanhas
Fiz trilhos e transversais
Guardei saudades nas entranhas
Sorri gritando em vendavais.
Sou mestre em diagonais
Perita em reticências
Sábia em pontos finais
Marca registada em ausências.
Trago a Alma dorida
Sem cura, isso é verdade
Neste mundo ando perdida
Sofro, porque sozinha já não sei ser saudade
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