No silêncio da noite...
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
...dor
Eterno
Vivemos com pouca coisa
Um instante cheio de intensidade
Um pouco do muito
E de repente transformamos a nossa vida
…
Unidos somos a junção
Carne e Alma
Não há medos
Perfeito
Eterno
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Camélias brancas
Não chores
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Desistes
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Vá
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Um Anjo...
Como um ser que se pressupõe habitar no céu...
de grande bondade, pureza e simplicidade !
Um carácter que se distingue entre os outros seres da sua espécie, a sua beleza é delicada...
O seu brilho é imenso...há tantos por aí...a maioria tem asas!
Não sei porquê, andam sempre dois a dois, aos pares...e de mão dada.
Outros não, deixam as asas em casa,
ninguém as vê, não é preciso...não faz falta !
ou os imagina...também os transforma...
E tudo aquilo que não tem asas passa a ter,
queria muito parecer um Anjo...
queria voar...tive pena das minhas asas....
Levita
Abraço me em perfume escorregadio
Embalar me no lenço da essência
Percorrer o trilho das arrestas da demência
Lavo a alma e encontro alimento,
Perco me nas nuvens embriagada
Nas estrelas cintilantes
Na noite bela, fria e estrelada
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
No campo
(Fotografia João Condesso)
Que bonito acordar…
Ver os flocos da neve
Felizes a bailar.
Cada um, como nunca mais,
Mais uma entre tanta gente.
Que paira no ar
Quem souber respirar.
O cantar dos passarinhos,
O som da tempestade,
O termos tempo para estarmos sozinhos.
Lentamente e sem pressão,
Revemos as imagens,
Que nos fazem bem ao coração.
Gélida a tempestade, convida ao aconchego,
Um sonho, um abraço, uma canção
O crepitar da chama que incendeia
Uma caneca de chá junto a lareira, não e ilusão.
QUANDO EU MORRE
Quando eu morrer e deres por falta de mim
Procura-me numa flor de canteiro
Andarei perdida numa manha de nevoeiro
e o meu cheiro desaparecer
Procura me numa folha em branco
Num rabisco de tela ao amanhecer
Estarei saudosa, numa transversal de viela
Com óleo num pincel, chama por mim
e deita os sonhos na minha cama.
Acalma a angustia profunda
Eu estarei bem na minha morte imunda.
Quando eu morrer serei paz e tormento,
Mas serei sobretudo alento
Termina a dor
Olharei para a morte e em paz seguirei…
Finalmente me abandonei
...dor
No fim do dia, no inicio da noite a garra adormece e a realidade aparece. Sou simples, singela, qual toque de aguarela. Apenas fragil,...
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Maria Clara Falacho Pena Correia. Nasceu em novembro, já o frio espreitava, Filha de Luísa e de José, gente que na terra lutava. Maria Cl...
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