(Fotografia João Condesso)
Que bonito acordar…
Ver os flocos da neve
Felizes a bailar.
Cada um, como nunca mais,
Mais uma entre tanta gente.
Que paira no ar
Quem souber respirar.
O cantar dos passarinhos,
O som da tempestade,
O termos tempo para estarmos sozinhos.
Lentamente e sem pressão,
Revemos as imagens,
Que nos fazem bem ao coração.
Gélida a tempestade, convida ao aconchego,
Um sonho, um abraço, uma canção
O crepitar da chama que incendeia
Uma caneca de chá junto a lareira, não e ilusão.
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