quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Levita

 




Lavo a alma com tempero

Deixo escorrer a solidão

Abraço me em perfume escorregadio

Alimento o corpo e o coração


Preciso sentir o perfume

Embalar me no lenço da essência

Fechar os olhos,

Percorrer o trilho das arrestas da demência

 

Lavo a alma e encontro alimento,

Perco me nas nuvens embriagada

Nas estrelas cintilantes

Na noite bela, fria e estrelada

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