Sigo uma linha e desfiando algodão encontro me num emaranhado de mim mesma.
Recondo temporais e monotonias, recordo risos e lágrimas. Lembro me tão bem dos olhos vendados, queria enchergar e a cegueira turvava me a lucidez. Eu só queria ver. Ser luz de mim própria, do caminho que sonhava, da vida que eu queria.
Era dificil não ser equilíbrio, não ter um foral e na minha inocência era impossivel sentir o correto.
Na escuridão das noites da vida, perdi de mim o muito que podia ser tudo.