quinta-feira, 26 de setembro de 2024
..queria escrever te
Hoje queria escrever-te mas as letras prendem-me, não me deixam seguir a sequência dos sentires, não brotam como sementes, porque a terra árida não permite. Havia tanto para dizer-te, tanto para criar, neste mundo repleto de gente, que nem sei por onde começar. Dir-me-ás “-Começa por me abraçares!” e eu, na minha timidez vulgar, corarei e deixar-me-ei cair no teu abraçar. Hoje não sou Primavera, não sou terra semeada à espera de brotar, serei mais Outono, de parras a amarelar, folhas cadentes a rolar nas correntes de ar frio deste vazio que em mim quer habitar.
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Eu, vista por outra pessoa
Maria Clara Falacho Pena Correia. Nasceu em novembro, já o frio espreitava, Filha de Luísa e de José, gente que na terra lutava. Maria Cl...
-
Maria Clara Falacho Pena Correia. Nasceu em novembro, já o frio espreitava, Filha de Luísa e de José, gente que na terra lutava. Maria Cl...
-
Chega uma altura da vida e percebemos, Percebemos, que nada é apenas coisa nenhuma, Que o tempo passa, que nada se repete e tudo tem tenden...
-
Liga das nações Portugal acabou de conquistar Em duelo com Espanha Portugal mereceu ganhar Foi um jogo sempre a sofrer Mas era de esperar ...
Sem comentários:
Enviar um comentário