domingo, 5 de abril de 2009
TU
No silencio da noite, em tarde calma ou manha turbulenta, uma caneta e um papel.
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Eu, vista por outra pessoa
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Textos realmente tocantes!
ResponderEliminarSou nova por estes lados , e é realmente bom encontrar bons escritores por aqui! Mas tbm a bolgesfera é tao vasta...
Bem continua com o bom trabalho!
De facto por vezes temos que desaparecer para poder viver...é o custo do "ar que respiramos"...
ResponderEliminarBonitos pensamentos Maria! :)
Beijinhos e bom início de semana*
BEIJINHOS E MUITO OBRIGADO PELA AMIZADE.
ResponderEliminarMARIA
Querida Maria,
ResponderEliminarandei algo silenciosa o fim de semana...momentos que pedem alguma reflexão o que se aproxima...
Adorei mais uma vez a poesia embora tal como a que escrevo seja triste pessimista ou "realista" como eu lhe chamo mas outros não pensam o mesmo.
Quem desaparecia era eu agora e talvez de forma cobarde mas...apetecia mesmo desaparecer ser pó...não sentir nem pensar nem Ser.
Queria ser Nada simplesmente.
Não podemos pois não Maria?
Então vamos lá dar umas risadas se conseguirmos se não for mais da vida o dos políticos e seguirmos o que Deus nos destinou ou o que escolhemos passar ao virmos para este corpo e vida.
Beijinhos meus com muito carinho e bom inicio de semana.