terça-feira, 27 de julho de 2010

ADEUS

Adeus


Como é que eu te digo adeus…

Sem antes me abandonar a mim?

Como é que eu te choro…

Sem ter pena da minha tristeza?

(…) Diz-me amor, simplesmente…

O que foi já não é…

A mocidade perdeu-se em tardes e noites de nevoeiro.

O sonho…a quimera…são apenas isso, porque a vida sem eles nada é.

É simplesmente a miragem, duma duna perfeita ou de um oásis ideal.

Como é que eu te digo adeus….

Talvez, nas areias movediças…

No temporal que se desvanece….

Ou tão simplesmente na lágrima que cai (…)

Há pessoas...

Há  pessoas que são  luz, a forma como nos sorriem abracam nos por dentro. O tom, a voz e a alma falam sem dizer nada, aconchega...