terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Perdida



Estou farta


Dum vazio de coisa nenhuma

Do sono que não tenho

Do pesadelo que sou

Choro lágrimas anormalmente

Percorro estradas sem fim

Nunca sei para onde vou.

Dia de Frio, dia de chuva

Ouço  a chuva a cair numa harmonia silenciosa e aconchegante. O pensamento voa e leva me para um passado distante, onde a terra tinha cheiro...